Percy Jackson e o ladrão de raios


Parece muito bom! Quero assistir!

Neve em Estocolmo


Pedestre passa por carros cobertos de neve em Estocolmo, na Suécia. Uma nevasca atingiu a região durante o fim de semana.
(fonte: UOL)

SUJEITO

Queridos alunos dos 8ºs. anos (CVD e CNSA), podem estudar sobre SUJEITO. Em breve falaremos sobre o assunto.

Um abraço.


SUJEITO

“A cegueira lhe torturava os últimos dias de vida.

Sujeito – A cegueira
Núcleo do sujeito - cegueira

Sujeito é o termo sobre o qual se emite uma declaração.

Núcleo do sujeito é a parte principal do sujeito.

O núcleo do sujeito pode ser representado por:

Substantivo – A Lua, à noite, toma o lugar do Sol.
Palavra substantivada – Os bons não têm motivo para temer o juízo final.
Pronome substantivo – Ninguém o aceitava como colega de equipe pela sua fama.
Numeral – Oito é um bom número de convidados para o jantar.
 Oração subordinada – Parece que ela partiu cedo para a fazenda da família.

CLASSIFICAÇÃO (TIPOS) DO SUJEITO

SUJEITO SIMPLES - possui apenas um núcleo e este vem exposto.
“ As manobras militares em Minas Gerais naquele ano marcaram época.” (Fernando Sabino)

SUJEITO COMPOSTO – possui dois ou mais núcleos que também vêm expressos na oração.
“ Seus contos e romances caracterizam, entre outros traços, o experimentalismo de feição lúdica.” (Domício Proença Filho)

SUJEITO OCULTO (DESINENCIAL) – também chamado de sujeito elíptico, é determinado pela desinência verbal e não aparece explícito na frase. Dá-se por isso o nome de sujeito implícito.
” Serei forçado a abandonar-vos..” (Voltaire)

SUJEITO INDETERMINADO - Este tipo de sujeito não aparece explícito na oração por ser impossível determiná-lo, apesar disso, sabe-se que existe um agente da ação verbal (quem pratica a ação).
“Durante umas duas horas ficaram repetindo o teste.” (Roberto Freire)
Verbo na terceira pessoa do plural.

Outro caso de sujeito indeterminado: verbo na terceira pessoa do singular + se ( índice de indeterminação do sujeito):

1. verbo intransitivo – Andava-se pelas colinas sem nenhuma preocupação.

2. verbo transitivo indireto – Trata-se de uma pessoa sem caráter.

3. verbo de ligação – Nas cidades grandes, sempre se fica preocupado quando o filho sai à noite.

ORAÇÃO SEM SUJEITO ou SUJEITO INEXISTENTE - Este tipo de sujeito não aparece explícito na oração por ser impossível determiná-lo, apesar disso, sabe-se que existe um agente da ação verbal.

Casos em que ocorre oração sem sujeito:

1.Verbos indicando Fenômeno da Natureza. Choveu na Argentina e fez sol no Brasil.
2.Verbo haver no sentido de existir ou ocorrer. Houve um grave acidente na avenida principal.
3.Verbo fazer indicando tempo ou clima. Faz meses que não a vejo. Faz sempre frio nessa região do estado.

Observação: tais verbos usados em sentido figurado possuem sujeito.

“ Choviam sobre a cidadela os projéteis da artilharia francesa.” (Eduardo Prado)

Observações:
•Verbo ser, apesar de impessoal, concorda no plural quando o predicativo for numeral na forma pluralícia.
Eram quatro horas da tarde, quando ela regressou.
•Se os verbos impessoais estiveram acompanhados por verbo auxiliar, transmitem sua impessoalidade a esses.
Pode fazer dois anos que ela não o vê.

Observação:
“ A palavra medo ficara na memória de Adriano ainda nos seus oito anos ...” (Antonio Olimto)
Sujeito anteposto - ordem direta


“ No muro de tijolos vermelhos passeavam lagartixas,” ( Graciliano Ramos)
Sujeito posposto - ordem inversa

Sujeito, é um termo essencial da frase e pode se comportar de várias maneiras, dependendo da intenção da mesma: agente ou paciente.

O aluno comprou um livro. (sujeito agente)
O livro foi comprado pelo aluno. (sujeito paciente)

Boas Vindas

Olá, alunos e colegas professores!!!!!!!

Acabou o sossego. É hora de voltar.


Sejam todos bem vindos!!!!!!!!!

Orações subordinadas adverbiais

Para quem já sabe as conjunções, é só estudar as orações subordinadas adverbiais. aproveitem!

Classificação das orações subordinadas adverbiais

Da mesma maneira que os adjuntos adverbiais, as orações subordinadas adverbiais exprimem determinadas circunstâncias e são classificadas em função de seu sentido no texto. Veja o quadro:

Oração
Subordinada
Adverbial Principais
conjunções Circunstância expressa por esse tipo de oração Exemplo
Causal como, uma vez que, porque Indica a causa que provoca o fato expres- so na oração principal Não fui ao jogo porque choveu muito.
(“chover” é a causa de “não ir ao jogo”)
Condicional se, a menos que, desde que, contanto que Exprime a condição necessária para a ocor-rência do fato referido na oração principal Ela virá, contanto que tu peças.
(“pedir” é a condição para ela ”vir”)
Consecutiva tão/ tanto/ tamanho… que Indica a conseqüência do fato expresso na oração principal Choveu tanto, que não fui ao jogo.
(“não ir” é a conseqüência de “chover tanto”)
Conformativa como, conforme, segundo Estabelece o modelo (ou a forma) de acordo com o qual ocorre o fato expresso na ora-ção principal Ele agiu como manda o regulamento.
(ele não agiu de qualquer jeito, ele agiu “da forma que manda o regulamento”)
Concessiva embora, mesmo que, ainda que Exprime um fato que poderia impedir o fato da oração principal, mas não o impede Mesmo que chova, irei ao jogo.
(“chover” poderia impedi-lo de “ir ao jogo”, mas não impedirá)
Comparativa como, mais/ menos… que Estabelece uma com- paração com o fato expresso na principal O rapaz chorava como uma criança.
(ele chorava “igual” a uma criança chora)
Final para que, a fim de que, que Exprime a finalidade (o objetivo) do fato da oração principal Para que você me ouça bem, gitarei.
(há uma finalidade em “gritar”: “você ouvir bem”)
Proporcional à proporção que, à medida que, quanto mais… mais Indica um fato que ocorre proporcional-mente ao fato expresso na oração principal Quanto mais fala, mais ele se confunde.
(“falar” e ”confundir-se” são fatos proporcio-nais)
Temporal quando, enquanto, logo que, desde que Expressa o tempo de ocorrência do fato da oração principal Ele a odeia, desde que ela o traiu.
(a segunda oração indica quanto tempo faz que “ele a odeia”)

Análise Sintática II

Olá, galera do Amparo!

Apoveite o resumo de análise sintática. Comece a estudar já!
Sucesso!!!!

Síntese se Termos da Oração
Temos essenciais
Sujeito
É o termo da oração do qual se declara alguma coisa.
Exemplo: No céu, um sol claro anuncia o verão.
Características do Sujeito:
I. Pode ser identificado através da pergunta "quem é que"... (ou "que é que"...), feita antes do verbo da oração
Que(m) é que + verbo? __ Resposta=sujeito
II. É substituível por ele(s), ela(s)
III. O verbo concorda com o sujeito.
Classificação do sujeito:
I. Simples: tem um único núcleo.
Exemplo: O velho navio aproximava-se do cais.

II. Composto: tem dois ou mais núcleos
Exemplo: As ruas e as praças estão vazias.

III. Oculto, elíptico ou desinencial: o sujeito pode ser identificado pela desinência do verbo ou pelo contexto em que aparece.
Exemplo: Voltarás para casa (sujeito: tu)

IV. Indeterminado: Quando não é possível determinar o sujeito. Com verbos na 3ª pessoa do plural sem referência a elemento anterior.
Exemplo: Atualmente, espalham muitos boatos.
Com verbo na 3ª pessoa do singular + se (em orações que não admitem a voz passiva analítica)
Exemplo: Precisou-se de novos professores.
Orações sem sujeito:
I. Verbo haver significando existir, acontecer e indicando tempo passado.
Exemplos:
Aqui já houve grandes festas.
Amanhã faz dez anos que ele partiu.
II. Verbo ser indicando tempo, horas, datas e distâncias.
Exemplo: Agora são cinco e doze da tarde.
III. Verbos indicativos de fenômenos da natureza.
Exemplo: Ontem à tarde, ventou muito aqui.
Predicativo
É tudo que se diz do sujeito. (Retirando o sujeito, o que fica na oração é o Predicado.)
Predicado verbal:
Apresenta verbos sem ligação.
Apresenta predicativo (só do sujeito).
O núcleo é predicativo.
Exemplo: Eles estavam furiosos.
Predicado verbo-nominal:
Apresenta verbo significativo
Apresenta predicativo (do sujeito ou de objeto)
Dois núcleos: o verbo e o predicativo.
Exemplos:
Eles invadiram furiosos a loja.
Todos consideram ruim o filme.
Verbo significativo
Expressa uma ação, ou um acontecimento.
Exemplo:
"O sol nasce pra todos, todo dia de manhã..." (Humbeto Gessinger)
"Enquanto a vida vai e vem, você procura achar alguém.." (Renato Russo)
Temos relacionados ao verbo
I. Objeto direto:
a) Funciona como destinatário/receptor do processo verbal.
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto
c) Pode ser trocado por o, as, os, as.
d) A oração admite voz passiva.
Exemplo: Muitas pessoas viram o acidente
II. Objeto indireto:
a) Funciona como destinatário/receptor do processo verbal.
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto.
c) Apresenta-se sempre com preposição
d) A oração não admite voz passiva.
Exemplo: Todos discordam de você.
III. Agente da passiva:
a) Pratica a ação verbal na voz passiva.
b) Corresponde ao sujeito da voz ativa.
c) Iniciado por preposição: por, pelo ou de.
Exemplo: O deputado foi vaiado pelos sem terra.
IV. Adjunto adverbial:
a) Acrescenta ao verbo circunstâncias de tempo, lugar, modo, dúvida, causa, intensidade.
Termos Relacionados a nomes
I. Adjunto adnominal:
a) Determina, qualifica ou caracteriza o nome a que se refere.
b) Pode se referir a qualquer termo da oração (sujeito, objeto, etc.)
Exemplo: As três árvores pequenas secaram.
II. Predicativo:
a) Exprime uma característica/qualidade atribuída ao sujeito ou ao objeto.
b) Liga-se ao sujeito ou ao objeto através de verbo de ligação (claro ou subtendido)
Exemplo:
Toda a cidade estava silenciosa.
Elegeram José representante de turma.
III. Complemento nominal:
a) Completa o sentido de nomes (substantivos abstratos, advérbios) de sentido incompleto.
b) Sempre com repetição.
Exemplo: Ninguém ficou preocupado com ele.
IV. Aposto:
a) Detalha, caracteriza melhor, explica ou resume o nome a que se refere.
Exemplo: O Flamengo, time carioca, ganhou ontem.
V. Vocativo:
a) Usado para "chamar" o ser com quem se fala.
b) Na escrita, vem sempre isolado por vírgula(s)
Exemplo: Era a primeira vez, meu amigo, que eu a encontrava.
Principais diferenças entre complemento nominal e adjunto adnominal
O complemento nominal é sempre iniciado por uma preposição e o adjunto adnominal às vezes inicia-se por preposição. Por esse motivo, se houver dúvida, você pode usar os seguintes critérios diferenciadores:
Adjunto adnominal Complemento nominal
I. Só se refere a substantivos (concretos e abstratos).
II. Quando o nome se refere, exprime uma ação; a adjunto adnominal é o agente dessa ação.
III. Pode em certas frases indicar posse. I. Pode se referir a substantivos abstratos, adjetivos e a advérbio.
II. Quando o nome a que se refere exprime uma ação, o complemento nominal é o paciente (alvo) dessa ação.
III. Nunca indica posse.
Exemplos:
I. Ele comprou alguns livros de literatura
O termo destacado (de literatura) refere-se ao nome livros, que é um substantivo concreto. Observando o primeiro critério do quadro, conclui-se que de literatura só pode ser adjunto adnominal, uma vez que o complemento nominal só se refere a substantivos abstratos, nunca a concreto.
II. Seu amigo está descontente com nossa atitude.
Observe que com nossa atitude refere-se a descontente, que é um adjetivo. Portanto, o tempo com nossa amizade só pode ser complemento nominal, uma vez que o adjunto adnominal nunca se refere a adjetivo.
III. A ofensa do torcedor irritou o juiz.
Nesse exemplo, a ofensa, é uma ação e o torcedor é o agente da ação. Portanto pelo segundo critério do quadro, do torcedor é adjunto adnominal. Você poderia chegar a essa conclusão usando também o terceiro critério do quadro (do torcedor exprime posse).

Fonte: www.algosobre.com.br
Acesso em 6/11/09