Percy Jackson e o ladrão de raios
Postado por
Professora Cecilia Vidal
on domingo, 21 de fevereiro de 2010
Parece muito bom! Quero assistir!
Neve em Estocolmo
SUJEITO
Postado por
Professora Cecilia Vidal
on segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Queridos alunos dos 8ºs. anos (CVD e CNSA), podem estudar sobre SUJEITO. Em breve falaremos sobre o assunto.
Um abraço.
“A cegueira lhe torturava os últimos dias de vida.
Sujeito – A cegueira
Núcleo do sujeito - cegueira
Sujeito é o termo sobre o qual se emite uma declaração.
Núcleo do sujeito é a parte principal do sujeito.
O núcleo do sujeito pode ser representado por:
Substantivo – A Lua, à noite, toma o lugar do Sol.
Palavra substantivada – Os bons não têm motivo para temer o juízo final.
Pronome substantivo – Ninguém o aceitava como colega de equipe pela sua fama.
Numeral – Oito é um bom número de convidados para o jantar.
Oração subordinada – Parece que ela partiu cedo para a fazenda da família.
CLASSIFICAÇÃO (TIPOS) DO SUJEITO
SUJEITO SIMPLES - possui apenas um núcleo e este vem exposto.
“ As manobras militares em Minas Gerais naquele ano marcaram época.” (Fernando Sabino)
SUJEITO COMPOSTO – possui dois ou mais núcleos que também vêm expressos na oração.
“ Seus contos e romances caracterizam, entre outros traços, o experimentalismo de feição lúdica.” (Domício Proença Filho)
SUJEITO OCULTO (DESINENCIAL) – também chamado de sujeito elíptico, é determinado pela desinência verbal e não aparece explícito na frase. Dá-se por isso o nome de sujeito implícito.
” Serei forçado a abandonar-vos..” (Voltaire)
SUJEITO INDETERMINADO - Este tipo de sujeito não aparece explícito na oração por ser impossível determiná-lo, apesar disso, sabe-se que existe um agente da ação verbal (quem pratica a ação).
“Durante umas duas horas ficaram repetindo o teste.” (Roberto Freire)
Verbo na terceira pessoa do plural.
Outro caso de sujeito indeterminado: verbo na terceira pessoa do singular + se ( índice de indeterminação do sujeito):
1. verbo intransitivo – Andava-se pelas colinas sem nenhuma preocupação.
2. verbo transitivo indireto – Trata-se de uma pessoa sem caráter.
3. verbo de ligação – Nas cidades grandes, sempre se fica preocupado quando o filho sai à noite.
ORAÇÃO SEM SUJEITO ou SUJEITO INEXISTENTE - Este tipo de sujeito não aparece explícito na oração por ser impossível determiná-lo, apesar disso, sabe-se que existe um agente da ação verbal.
Casos em que ocorre oração sem sujeito:
1.Verbos indicando Fenômeno da Natureza. Choveu na Argentina e fez sol no Brasil.
2.Verbo haver no sentido de existir ou ocorrer. Houve um grave acidente na avenida principal.
3.Verbo fazer indicando tempo ou clima. Faz meses que não a vejo. Faz sempre frio nessa região do estado.
Observação: tais verbos usados em sentido figurado possuem sujeito.
“ Choviam sobre a cidadela os projéteis da artilharia francesa.” (Eduardo Prado)
Observações:
•Verbo ser, apesar de impessoal, concorda no plural quando o predicativo for numeral na forma pluralícia.
Eram quatro horas da tarde, quando ela regressou.
•Se os verbos impessoais estiveram acompanhados por verbo auxiliar, transmitem sua impessoalidade a esses.
Pode fazer dois anos que ela não o vê.
Observação:
“ A palavra medo ficara na memória de Adriano ainda nos seus oito anos ...” (Antonio Olimto)
Sujeito anteposto - ordem direta
“ No muro de tijolos vermelhos passeavam lagartixas,” ( Graciliano Ramos)
Sujeito posposto - ordem inversa
Sujeito, é um termo essencial da frase e pode se comportar de várias maneiras, dependendo da intenção da mesma: agente ou paciente.
O aluno comprou um livro. (sujeito agente)
O livro foi comprado pelo aluno. (sujeito paciente)
Um abraço.
SUJEITO
“A cegueira lhe torturava os últimos dias de vida.
Sujeito – A cegueira
Núcleo do sujeito - cegueira
Sujeito é o termo sobre o qual se emite uma declaração.
Núcleo do sujeito é a parte principal do sujeito.
O núcleo do sujeito pode ser representado por:
Substantivo – A Lua, à noite, toma o lugar do Sol.
Palavra substantivada – Os bons não têm motivo para temer o juízo final.
Pronome substantivo – Ninguém o aceitava como colega de equipe pela sua fama.
Numeral – Oito é um bom número de convidados para o jantar.
Oração subordinada – Parece que ela partiu cedo para a fazenda da família.
CLASSIFICAÇÃO (TIPOS) DO SUJEITO
SUJEITO SIMPLES - possui apenas um núcleo e este vem exposto.
“ As manobras militares em Minas Gerais naquele ano marcaram época.” (Fernando Sabino)
SUJEITO COMPOSTO – possui dois ou mais núcleos que também vêm expressos na oração.
“ Seus contos e romances caracterizam, entre outros traços, o experimentalismo de feição lúdica.” (Domício Proença Filho)
SUJEITO OCULTO (DESINENCIAL) – também chamado de sujeito elíptico, é determinado pela desinência verbal e não aparece explícito na frase. Dá-se por isso o nome de sujeito implícito.
” Serei forçado a abandonar-vos..” (Voltaire)
SUJEITO INDETERMINADO - Este tipo de sujeito não aparece explícito na oração por ser impossível determiná-lo, apesar disso, sabe-se que existe um agente da ação verbal (quem pratica a ação).
“Durante umas duas horas ficaram repetindo o teste.” (Roberto Freire)
Verbo na terceira pessoa do plural.
Outro caso de sujeito indeterminado: verbo na terceira pessoa do singular + se ( índice de indeterminação do sujeito):
1. verbo intransitivo – Andava-se pelas colinas sem nenhuma preocupação.
2. verbo transitivo indireto – Trata-se de uma pessoa sem caráter.
3. verbo de ligação – Nas cidades grandes, sempre se fica preocupado quando o filho sai à noite.
ORAÇÃO SEM SUJEITO ou SUJEITO INEXISTENTE - Este tipo de sujeito não aparece explícito na oração por ser impossível determiná-lo, apesar disso, sabe-se que existe um agente da ação verbal.
Casos em que ocorre oração sem sujeito:
1.Verbos indicando Fenômeno da Natureza. Choveu na Argentina e fez sol no Brasil.
2.Verbo haver no sentido de existir ou ocorrer. Houve um grave acidente na avenida principal.
3.Verbo fazer indicando tempo ou clima. Faz meses que não a vejo. Faz sempre frio nessa região do estado.
Observação: tais verbos usados em sentido figurado possuem sujeito.
“ Choviam sobre a cidadela os projéteis da artilharia francesa.” (Eduardo Prado)
Observações:
•Verbo ser, apesar de impessoal, concorda no plural quando o predicativo for numeral na forma pluralícia.
Eram quatro horas da tarde, quando ela regressou.
•Se os verbos impessoais estiveram acompanhados por verbo auxiliar, transmitem sua impessoalidade a esses.
Pode fazer dois anos que ela não o vê.
Observação:
“ A palavra medo ficara na memória de Adriano ainda nos seus oito anos ...” (Antonio Olimto)
Sujeito anteposto - ordem direta
“ No muro de tijolos vermelhos passeavam lagartixas,” ( Graciliano Ramos)
Sujeito posposto - ordem inversa
Sujeito, é um termo essencial da frase e pode se comportar de várias maneiras, dependendo da intenção da mesma: agente ou paciente.
O aluno comprou um livro. (sujeito agente)
O livro foi comprado pelo aluno. (sujeito paciente)
Orações subordinadas adverbiais
Postado por
Professora Cecilia Vidal
on domingo, 15 de novembro de 2009
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Comments: (0)
Para quem já sabe as conjunções, é só estudar as orações subordinadas adverbiais. aproveitem!
Classificação das orações subordinadas adverbiais
Da mesma maneira que os adjuntos adverbiais, as orações subordinadas adverbiais exprimem determinadas circunstâncias e são classificadas em função de seu sentido no texto. Veja o quadro:
Oração
Subordinada
Adverbial Principais
conjunções Circunstância expressa por esse tipo de oração Exemplo
Causal como, uma vez que, porque Indica a causa que provoca o fato expres- so na oração principal Não fui ao jogo porque choveu muito.
(“chover” é a causa de “não ir ao jogo”)
Condicional se, a menos que, desde que, contanto que Exprime a condição necessária para a ocor-rência do fato referido na oração principal Ela virá, contanto que tu peças.
(“pedir” é a condição para ela ”vir”)
Consecutiva tão/ tanto/ tamanho… que Indica a conseqüência do fato expresso na oração principal Choveu tanto, que não fui ao jogo.
(“não ir” é a conseqüência de “chover tanto”)
Conformativa como, conforme, segundo Estabelece o modelo (ou a forma) de acordo com o qual ocorre o fato expresso na ora-ção principal Ele agiu como manda o regulamento.
(ele não agiu de qualquer jeito, ele agiu “da forma que manda o regulamento”)
Concessiva embora, mesmo que, ainda que Exprime um fato que poderia impedir o fato da oração principal, mas não o impede Mesmo que chova, irei ao jogo.
(“chover” poderia impedi-lo de “ir ao jogo”, mas não impedirá)
Comparativa como, mais/ menos… que Estabelece uma com- paração com o fato expresso na principal O rapaz chorava como uma criança.
(ele chorava “igual” a uma criança chora)
Final para que, a fim de que, que Exprime a finalidade (o objetivo) do fato da oração principal Para que você me ouça bem, gitarei.
(há uma finalidade em “gritar”: “você ouvir bem”)
Proporcional à proporção que, à medida que, quanto mais… mais Indica um fato que ocorre proporcional-mente ao fato expresso na oração principal Quanto mais fala, mais ele se confunde.
(“falar” e ”confundir-se” são fatos proporcio-nais)
Temporal quando, enquanto, logo que, desde que Expressa o tempo de ocorrência do fato da oração principal Ele a odeia, desde que ela o traiu.
(a segunda oração indica quanto tempo faz que “ele a odeia”)
Classificação das orações subordinadas adverbiais
Da mesma maneira que os adjuntos adverbiais, as orações subordinadas adverbiais exprimem determinadas circunstâncias e são classificadas em função de seu sentido no texto. Veja o quadro:
Oração
Subordinada
Adverbial Principais
conjunções Circunstância expressa por esse tipo de oração Exemplo
Causal como, uma vez que, porque Indica a causa que provoca o fato expres- so na oração principal Não fui ao jogo porque choveu muito.
(“chover” é a causa de “não ir ao jogo”)
Condicional se, a menos que, desde que, contanto que Exprime a condição necessária para a ocor-rência do fato referido na oração principal Ela virá, contanto que tu peças.
(“pedir” é a condição para ela ”vir”)
Consecutiva tão/ tanto/ tamanho… que Indica a conseqüência do fato expresso na oração principal Choveu tanto, que não fui ao jogo.
(“não ir” é a conseqüência de “chover tanto”)
Conformativa como, conforme, segundo Estabelece o modelo (ou a forma) de acordo com o qual ocorre o fato expresso na ora-ção principal Ele agiu como manda o regulamento.
(ele não agiu de qualquer jeito, ele agiu “da forma que manda o regulamento”)
Concessiva embora, mesmo que, ainda que Exprime um fato que poderia impedir o fato da oração principal, mas não o impede Mesmo que chova, irei ao jogo.
(“chover” poderia impedi-lo de “ir ao jogo”, mas não impedirá)
Comparativa como, mais/ menos… que Estabelece uma com- paração com o fato expresso na principal O rapaz chorava como uma criança.
(ele chorava “igual” a uma criança chora)
Final para que, a fim de que, que Exprime a finalidade (o objetivo) do fato da oração principal Para que você me ouça bem, gitarei.
(há uma finalidade em “gritar”: “você ouvir bem”)
Proporcional à proporção que, à medida que, quanto mais… mais Indica um fato que ocorre proporcional-mente ao fato expresso na oração principal Quanto mais fala, mais ele se confunde.
(“falar” e ”confundir-se” são fatos proporcio-nais)
Temporal quando, enquanto, logo que, desde que Expressa o tempo de ocorrência do fato da oração principal Ele a odeia, desde que ela o traiu.
(a segunda oração indica quanto tempo faz que “ele a odeia”)
Análise Sintática II
Postado por
Professora Cecilia Vidal
on sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Olá, galera do Amparo!
Apoveite o resumo de análise sintática. Comece a estudar já!
Sucesso!!!!
Síntese se Termos da Oração
Temos essenciais
Sujeito
É o termo da oração do qual se declara alguma coisa.
Exemplo: No céu, um sol claro anuncia o verão.
Características do Sujeito:
I. Pode ser identificado através da pergunta "quem é que"... (ou "que é que"...), feita antes do verbo da oração
Que(m) é que + verbo? __ Resposta=sujeito
II. É substituível por ele(s), ela(s)
III. O verbo concorda com o sujeito.
Classificação do sujeito:
I. Simples: tem um único núcleo.
Exemplo: O velho navio aproximava-se do cais.
II. Composto: tem dois ou mais núcleos
Exemplo: As ruas e as praças estão vazias.
III. Oculto, elíptico ou desinencial: o sujeito pode ser identificado pela desinência do verbo ou pelo contexto em que aparece.
Exemplo: Voltarás para casa (sujeito: tu)
IV. Indeterminado: Quando não é possível determinar o sujeito. Com verbos na 3ª pessoa do plural sem referência a elemento anterior.
Exemplo: Atualmente, espalham muitos boatos.
Com verbo na 3ª pessoa do singular + se (em orações que não admitem a voz passiva analítica)
Exemplo: Precisou-se de novos professores.
Orações sem sujeito:
I. Verbo haver significando existir, acontecer e indicando tempo passado.
Exemplos:
Aqui já houve grandes festas.
Amanhã faz dez anos que ele partiu.
II. Verbo ser indicando tempo, horas, datas e distâncias.
Exemplo: Agora são cinco e doze da tarde.
III. Verbos indicativos de fenômenos da natureza.
Exemplo: Ontem à tarde, ventou muito aqui.
Predicativo
É tudo que se diz do sujeito. (Retirando o sujeito, o que fica na oração é o Predicado.)
Predicado verbal:
Apresenta verbos sem ligação.
Apresenta predicativo (só do sujeito).
O núcleo é predicativo.
Exemplo: Eles estavam furiosos.
Predicado verbo-nominal:
Apresenta verbo significativo
Apresenta predicativo (do sujeito ou de objeto)
Dois núcleos: o verbo e o predicativo.
Exemplos:
Eles invadiram furiosos a loja.
Todos consideram ruim o filme.
Verbo significativo
Expressa uma ação, ou um acontecimento.
Exemplo:
"O sol nasce pra todos, todo dia de manhã..." (Humbeto Gessinger)
"Enquanto a vida vai e vem, você procura achar alguém.." (Renato Russo)
Temos relacionados ao verbo
I. Objeto direto:
a) Funciona como destinatário/receptor do processo verbal.
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto
c) Pode ser trocado por o, as, os, as.
d) A oração admite voz passiva.
Exemplo: Muitas pessoas viram o acidente
II. Objeto indireto:
a) Funciona como destinatário/receptor do processo verbal.
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto.
c) Apresenta-se sempre com preposição
d) A oração não admite voz passiva.
Exemplo: Todos discordam de você.
III. Agente da passiva:
a) Pratica a ação verbal na voz passiva.
b) Corresponde ao sujeito da voz ativa.
c) Iniciado por preposição: por, pelo ou de.
Exemplo: O deputado foi vaiado pelos sem terra.
IV. Adjunto adverbial:
a) Acrescenta ao verbo circunstâncias de tempo, lugar, modo, dúvida, causa, intensidade.
Termos Relacionados a nomes
I. Adjunto adnominal:
a) Determina, qualifica ou caracteriza o nome a que se refere.
b) Pode se referir a qualquer termo da oração (sujeito, objeto, etc.)
Exemplo: As três árvores pequenas secaram.
II. Predicativo:
a) Exprime uma característica/qualidade atribuída ao sujeito ou ao objeto.
b) Liga-se ao sujeito ou ao objeto através de verbo de ligação (claro ou subtendido)
Exemplo:
Toda a cidade estava silenciosa.
Elegeram José representante de turma.
III. Complemento nominal:
a) Completa o sentido de nomes (substantivos abstratos, advérbios) de sentido incompleto.
b) Sempre com repetição.
Exemplo: Ninguém ficou preocupado com ele.
IV. Aposto:
a) Detalha, caracteriza melhor, explica ou resume o nome a que se refere.
Exemplo: O Flamengo, time carioca, ganhou ontem.
V. Vocativo:
a) Usado para "chamar" o ser com quem se fala.
b) Na escrita, vem sempre isolado por vírgula(s)
Exemplo: Era a primeira vez, meu amigo, que eu a encontrava.
Principais diferenças entre complemento nominal e adjunto adnominal
O complemento nominal é sempre iniciado por uma preposição e o adjunto adnominal às vezes inicia-se por preposição. Por esse motivo, se houver dúvida, você pode usar os seguintes critérios diferenciadores:
Adjunto adnominal Complemento nominal
I. Só se refere a substantivos (concretos e abstratos).
II. Quando o nome se refere, exprime uma ação; a adjunto adnominal é o agente dessa ação.
III. Pode em certas frases indicar posse. I. Pode se referir a substantivos abstratos, adjetivos e a advérbio.
II. Quando o nome a que se refere exprime uma ação, o complemento nominal é o paciente (alvo) dessa ação.
III. Nunca indica posse.
Exemplos:
I. Ele comprou alguns livros de literatura
O termo destacado (de literatura) refere-se ao nome livros, que é um substantivo concreto. Observando o primeiro critério do quadro, conclui-se que de literatura só pode ser adjunto adnominal, uma vez que o complemento nominal só se refere a substantivos abstratos, nunca a concreto.
II. Seu amigo está descontente com nossa atitude.
Observe que com nossa atitude refere-se a descontente, que é um adjetivo. Portanto, o tempo com nossa amizade só pode ser complemento nominal, uma vez que o adjunto adnominal nunca se refere a adjetivo.
III. A ofensa do torcedor irritou o juiz.
Nesse exemplo, a ofensa, é uma ação e o torcedor é o agente da ação. Portanto pelo segundo critério do quadro, do torcedor é adjunto adnominal. Você poderia chegar a essa conclusão usando também o terceiro critério do quadro (do torcedor exprime posse).
Fonte: www.algosobre.com.br
Acesso em 6/11/09
Apoveite o resumo de análise sintática. Comece a estudar já!
Sucesso!!!!
Síntese se Termos da Oração
Temos essenciais
Sujeito
É o termo da oração do qual se declara alguma coisa.
Exemplo: No céu, um sol claro anuncia o verão.
Características do Sujeito:
I. Pode ser identificado através da pergunta "quem é que"... (ou "que é que"...), feita antes do verbo da oração
Que(m) é que + verbo? __ Resposta=sujeito
II. É substituível por ele(s), ela(s)
III. O verbo concorda com o sujeito.
Classificação do sujeito:
I. Simples: tem um único núcleo.
Exemplo: O velho navio aproximava-se do cais.
II. Composto: tem dois ou mais núcleos
Exemplo: As ruas e as praças estão vazias.
III. Oculto, elíptico ou desinencial: o sujeito pode ser identificado pela desinência do verbo ou pelo contexto em que aparece.
Exemplo: Voltarás para casa (sujeito: tu)
IV. Indeterminado: Quando não é possível determinar o sujeito. Com verbos na 3ª pessoa do plural sem referência a elemento anterior.
Exemplo: Atualmente, espalham muitos boatos.
Com verbo na 3ª pessoa do singular + se (em orações que não admitem a voz passiva analítica)
Exemplo: Precisou-se de novos professores.
Orações sem sujeito:
I. Verbo haver significando existir, acontecer e indicando tempo passado.
Exemplos:
Aqui já houve grandes festas.
Amanhã faz dez anos que ele partiu.
II. Verbo ser indicando tempo, horas, datas e distâncias.
Exemplo: Agora são cinco e doze da tarde.
III. Verbos indicativos de fenômenos da natureza.
Exemplo: Ontem à tarde, ventou muito aqui.
Predicativo
É tudo que se diz do sujeito. (Retirando o sujeito, o que fica na oração é o Predicado.)
Predicado verbal:
Apresenta verbos sem ligação.
Apresenta predicativo (só do sujeito).
O núcleo é predicativo.
Exemplo: Eles estavam furiosos.
Predicado verbo-nominal:
Apresenta verbo significativo
Apresenta predicativo (do sujeito ou de objeto)
Dois núcleos: o verbo e o predicativo.
Exemplos:
Eles invadiram furiosos a loja.
Todos consideram ruim o filme.
Verbo significativo
Expressa uma ação, ou um acontecimento.
Exemplo:
"O sol nasce pra todos, todo dia de manhã..." (Humbeto Gessinger)
"Enquanto a vida vai e vem, você procura achar alguém.." (Renato Russo)
Temos relacionados ao verbo
I. Objeto direto:
a) Funciona como destinatário/receptor do processo verbal.
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto
c) Pode ser trocado por o, as, os, as.
d) A oração admite voz passiva.
Exemplo: Muitas pessoas viram o acidente
II. Objeto indireto:
a) Funciona como destinatário/receptor do processo verbal.
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto.
c) Apresenta-se sempre com preposição
d) A oração não admite voz passiva.
Exemplo: Todos discordam de você.
III. Agente da passiva:
a) Pratica a ação verbal na voz passiva.
b) Corresponde ao sujeito da voz ativa.
c) Iniciado por preposição: por, pelo ou de.
Exemplo: O deputado foi vaiado pelos sem terra.
IV. Adjunto adverbial:
a) Acrescenta ao verbo circunstâncias de tempo, lugar, modo, dúvida, causa, intensidade.
Termos Relacionados a nomes
I. Adjunto adnominal:
a) Determina, qualifica ou caracteriza o nome a que se refere.
b) Pode se referir a qualquer termo da oração (sujeito, objeto, etc.)
Exemplo: As três árvores pequenas secaram.
II. Predicativo:
a) Exprime uma característica/qualidade atribuída ao sujeito ou ao objeto.
b) Liga-se ao sujeito ou ao objeto através de verbo de ligação (claro ou subtendido)
Exemplo:
Toda a cidade estava silenciosa.
Elegeram José representante de turma.
III. Complemento nominal:
a) Completa o sentido de nomes (substantivos abstratos, advérbios) de sentido incompleto.
b) Sempre com repetição.
Exemplo: Ninguém ficou preocupado com ele.
IV. Aposto:
a) Detalha, caracteriza melhor, explica ou resume o nome a que se refere.
Exemplo: O Flamengo, time carioca, ganhou ontem.
V. Vocativo:
a) Usado para "chamar" o ser com quem se fala.
b) Na escrita, vem sempre isolado por vírgula(s)
Exemplo: Era a primeira vez, meu amigo, que eu a encontrava.
Principais diferenças entre complemento nominal e adjunto adnominal
O complemento nominal é sempre iniciado por uma preposição e o adjunto adnominal às vezes inicia-se por preposição. Por esse motivo, se houver dúvida, você pode usar os seguintes critérios diferenciadores:
Adjunto adnominal Complemento nominal
I. Só se refere a substantivos (concretos e abstratos).
II. Quando o nome se refere, exprime uma ação; a adjunto adnominal é o agente dessa ação.
III. Pode em certas frases indicar posse. I. Pode se referir a substantivos abstratos, adjetivos e a advérbio.
II. Quando o nome a que se refere exprime uma ação, o complemento nominal é o paciente (alvo) dessa ação.
III. Nunca indica posse.
Exemplos:
I. Ele comprou alguns livros de literatura
O termo destacado (de literatura) refere-se ao nome livros, que é um substantivo concreto. Observando o primeiro critério do quadro, conclui-se que de literatura só pode ser adjunto adnominal, uma vez que o complemento nominal só se refere a substantivos abstratos, nunca a concreto.
II. Seu amigo está descontente com nossa atitude.
Observe que com nossa atitude refere-se a descontente, que é um adjetivo. Portanto, o tempo com nossa amizade só pode ser complemento nominal, uma vez que o adjunto adnominal nunca se refere a adjetivo.
III. A ofensa do torcedor irritou o juiz.
Nesse exemplo, a ofensa, é uma ação e o torcedor é o agente da ação. Portanto pelo segundo critério do quadro, do torcedor é adjunto adnominal. Você poderia chegar a essa conclusão usando também o terceiro critério do quadro (do torcedor exprime posse).
Fonte: www.algosobre.com.br
Acesso em 6/11/09
